sexta-feira, fevereiro 02, 2007














Sem remédio
 
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.
 
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!
 
Sinto os passos de Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!
 
E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!


                               Florbela Espanca


Hoje quando estávamos a falar só olhava para os teus lábios. Queria beijar-te novamente como na primeira vez. Mas não consegui, as tuas palavras foram como facas que me esfaqueavam o coração. Depois quando nos despedimos, quando te abracei não sei… Mas não te consegui dar o beijo na face. Foste embora. Quando saíste eu chorei. Chorei porque sei que te perdi e nunca te tive. Queria gritar o teu nome, mas não consegui, as palavras não saíam e a dor era muito forte. Ainda bem que tinha os meus amigos junto de mim. Se não, não sei o que iria fazer. Obrigado a todos.

Um eterno; Amo-te

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Ah seu fdp

Eu a k te ESPANCO se continuas assim


HAHAHAH ..

U know that life is like this x)

os teus amigos tao aki po k der e vier xD *

1:25 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Nem sei q digu Loole

Continua cm istu
pk s foxe eu ka nao tinha imaginaçao xD

Beiju **

11:26 a.m.  

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