sábado, março 10, 2007

O som da chuva





















Pensando nas lembranças

perdidas ao vento
olho para ti
em busca de um momento
esquecido.
Noites que separam
a minha boca da tua
Sentado no chão a olhar para a lua,
troco um beijo
proibido.

E as palavras esquecidas
ao som da chuva a cair
são aquelas palavras
que te recusas a ouvir...
E pergunto
se me queres!

Percorro a tua alma,
essa ilha vazia.
Mergulho na calma,
mergulho na melancolia,
mas insisto.
Acordo sem ti,
mais uma vez foste embora
levando contigo toda a nossa história...
E desisto
de sonhar!




Deixa-me que te conte os beijos e as mãos que ficaram por dar, as promessas que ficaram por fazer, os sonhos que ficaram por cumprir e o amor que ficou por sentir. Deixa-me que te conte tudo isto porque sei que tu te esqueceste de mim e como tal já não sabes contar!

Deixa-me que te conte as noites vazias à espera que as preenchamos com os nossos corpos colados, os dias cheios de um nada que corre sem nós, as palavras que ficaram por dizer e que me moram agora na voz. Deixa-me que te conte tudo isto porque sei que aprendeste viver sem mim e como tal já não sabes contar.

Deixa-me que te conte as vezes que te espero, as vezes que desespero e os momentos em que te quero. Deixa-me que te conte quantos segundos penso em ti, quantas músicas te trazem de volta no som e quantas vezes sangra por ti o meu coração. Deixa-me que te conte tudo isto porque ainda me lembro de te amar e de contar!


O simples.


O olhar que gostaríamos de receber.

O gesto que gostaríamos de ver.

As palavras que gostaríamos de ouvir.

Nem tudo é fácil e nem deveria ser.

Porque tudo que conquistei, paguei cada centavo.

Jamais peço que me entendam.

Não tenho faces e nem fases, mas sou eclético.

Justo nem sempre, quem é em todas as ocasiões?

O olhar, gesto e palavras são tudo no seu mundo?

Os sonhos que não se concretizam também são?

O que esta fazendo?

O simples tentar vai te fazer mais feliz.

Pois o primeiro gosto da felicidade,

É justamente a luta para encontra-la.